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Olhão



Olhão está situado no litoral do Algarve, a 12 km do Aeroporto Internacional de Faro. A economia da cidade, que teve origem no século XVII, sempre esteve ligada à indústria pesqueira e de conservas. Hoje, na capital podemos passear pela Avenida de Beiramar e respirar esse cheiro a mar, que mantém em todas as suas ruas.

HISTORIA OLHÃO


Os achados arqueológicos na zona se remontam ao Neolítico. Os restos mais importantes se encontram em Moncarapacho e pertencem ao Calcolítico.

A abundante pesca a converteu desde suas origens em uma pequena vila de pescadores que viviam em humildes casas de madeira próximas a praia. O primeiro documento que faz referência a Olhão data de 1378 e fala de apenas algumas dezenas de habitantes.

É a partir do século XVII quando o Bispo D. Simão da Gama separa a Olhão de Quelfes e a converte em paróquia. Se constrói então o primeiro edifício de pedra, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e se ergue em 1679 a fortaleza de São Lourenço para a defesa ante os ataques piratas.

O século XIX foi decisivo para a sua expansão. O povo se amotinou contra as tropas de ocupação francesa no dia 16 de Junho de 1808, actualmente dia da cidade. Este mesmo ano Olhão foi elevado a categoria de Vila. No ano de 1826 se cria o Concelho de Olhão. A população se converte em um grande centro económico, social e urbano. As influências trazidas de Marrocos deixam rastros no desenho das casas, passa a ser conhecida como Vila Cubista.

Até meados do século XX, a pesca e a indústria de conserva contínua sendo as principais fontes de riqueza da cidade. É a partir dos anos 60, com o boom turístico de Algarve, quando a actividade conserveira perde importância frente ao auge do turismo. Foi no ano de 1985 quando a população passou de Vila a Cidade.

PASSEIO TURISTICO OLHÃO


Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário foi construída no final do século XVII e princípios do XVIII na conhecida Praça da Restauração. É o primeiro edifício de pedra construído na cidade. Até o ano de 1715 não foi aberta ao culto. Sua fachada é barroca e em um dos lados se encontra uma torre sineira. Seu interior é de uma só nave, no seu teto se encontra uma pintura que representa a Nossa Senhora do Rosário. Destaca na sua capela-mor um retábulo em talha dourada datado do século XVIII e as imagens do Senhor Crucificado e a de um Santo Apóstolo. Na parte de atrás da igreja se encontra a Capela de Nosso Senhor dos Aflitos.


Compromisso Marítimo Durante o século XVIII os pescadores de Olhão criam sua própria confraria, fundando no ano de 1765 o Compromisso Marítimo de Olhão, deixando assim de depender da de Faro. O edifício possui uma fachada interessante em cujo telhado destaca no centro uma formosa cúpula. Se encontra situada na Praça da Restauração muito próxima a Ermida de Nossa Senhora da Soledade. Actualmente alberga o museu da cidade.


Igreja de Nossa Senhora da Soledade A Igreja de Nossa Senhora da Soledade é um pequeno templo dedicado a gente do mar. Foi construído no século XVII e se encontra situado na Rua da Soledade, na Praça da Restauração. Possui na sua entrada um poço coberto por uma laje, cuja água era utilizada para lavar a igreja. No seu interior destaca-se a imagem de Santa Luzia do século XVIII e os retábulos situados nos seus altares do século XIX.


Mercados Municipais Os edifícios onde se encontram os Mercados Municipais estão situados na Avenida 5 de Outubro. Tem uma planta rectangular e em cada uma das suas esquinas se ergue uma torre de forma cilíndrica com cúpulas metálicas. Lugar muito frequentado pelos habitantes de Olhão para passear de dia e de noite, e pelas procissões que se realizam na cidade por der o lugar onde se benze a frota pesqueira.


Capela do Santo Espírito A Capela do Santo Espírito é uma construção estilo barroco. No seu interior destacam os coloridos azulejos e as pinturas que representam ao Coração de Jesus e a Natividade, ambos do século XVII.


Chalet de Marim O Chalé de Marim, também conhecido como o Chalé Dr. João Lúcio, famoso poeta, músico e pintor, foi construído no ano de 1916 na Quinta do Marim e é um edifício de planta quadrangular de três pisos. Destacam-se as escadas de entrada que se encontram em cada um dos lados do chalé com formas muito características, de peixe, de guitarra, de violino e de serpente, que representam os quatro elementos, água, fogo, ar e terra.


Biblioteca-Museu A Biblioteca Museu de Olhão se expõe uma interessante colecção arqueológica e etnográfica relacionada com a história da cidade e de todo o seu concelho.


Zona Ribeirinha A Zona Ribeirinha se estende ao longo da Avenida 5 de Outubro. Destacam-se a seus arredores dois belos jardins, o jardim do Patrão Joaquim Lopes inaugurado no ano de 1967 e o Jardim do Pescador Olhanense inaugurado no ano de 1984. É conhecida toda a zona por sua animada vida nocturna.


Igreja Matriz de Quelfes - Quelfes - A Igreja Matriz de Quelfes é de origem gótica como assim certifica seu portal lateral de arco quebrado, mas foi reconstruída no século XVI. Seu interior é de três naves e a capela-mor estilo manuelino, está coberta com abobada. Em estilo renascentista são as colunas e o pórtico da igreja.


Igreja Matriz de Moncarapacho A Igreja Matriz de Moncarapacho foi construída no século XV pelos habitantes da população em homenagem a Nossa Senhora da Graça. Seu portal principal é considerado como uma das mais belas obras de arte renascentista do Algarve e alberga além de um grupo de esculturas cujo tema é a Anunciação, também as imagens dos Apóstolos São Pedro e São Paulo. No seu interior destacam-se as pinturas da Capela das Almas, do Calvário e do Santo António, e as diferentes imagens do século XVII e XVIII, destacando a de Nossa Senhora do Rosário e a do Senhor da Paciência.


Igreja da Misericórdia - Moncarapacho - A Igreja da Misericórdia de Moncarapacho é um edifício com pouco interesse arquitectónico, só destaca em seu altar-mor seis telas de pintura maneirista do final do séc. XVI que representam diferentes cenas da vida de Cristo.


Capela do Espírito Santo Moncarapacho A Capela do Espírito Santo foi um templo conhecido por numerosas peregrinações chegadas de todo o Algarve nos séculos XVII e XVIII, guardando desde esse período um valioso património. No seu interior alberga duas imagens do século XVIII, uma representando a Santa Catarina e outra a São Francisco. Na sua capela-mor se encontra um retábulo maneirista no qual se observa três telas relacionadas com a Paixão de Cristo. Diferentes azulejos policromados do século XVII cobrem a ermida quase que totalmente. Anexo a ermida se encontra o Museu Paroquial.


Museu Paroquial Moncarapacho O Museu Paroquial de Moncarapacho situa-se incorporado a Capela do Espírito Santo. Alberga em seu interior um conjunto de interessantes peças de arqueologia e etnografia local, e uma valiosa colecção de imagens religiosas dos séculos XVI e XVIII. Destaca no museu uma colecção de 45 peças do século XVIII que representam a Adoração do Menino Jesus. As figuras estão vestidas com trajes da época nas que não faltava o ouro e a prata.


Igreja de Pechão A Igreja de Pechão é uma pequena ermida que destaca-se por encontrar-se no ponto mais alto da localidade, lugar desde o qual se tem umas excelentes vistas de toda a região e do mar.

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